Avicultores esperam negociar com árabes na Alemanha Imprimir E-mail
Escrito por Da Redação | Agência de Notícias Brasil-Árabe   
Ter, 06 de Outubro de 2015 08:16

São Paulo – Um grupo de 19 agroindústrias brasileiras produtoras e exportadoras de carne de frango, de suínos e ovos participa neste mês da Anuga, feira de alimentação na Alemanha, com expectativa de encontrar importadores de várias partes do mundo, entre eles do Oriente Médio.

A mostra é um ponto tradicional de encontro das empresas brasileiras com compradores internacionais e, de acordo com material divulgado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), serão realizados encontros de negócios com importadores da Europa, Ásia, África e Oriente Médio.

A feira ocorre de 10 a 14 de outubro em Colônia e a participação brasileira é organizada pela ABPA em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). As empresas expositoras serão Adelle, Alibem, Bello Alimentos, Coasul, Copacol, Cosuel, Globoaves, C Vale, Frangos Pioneiro, Frango Granjeiro, GTFoods, Jaguafrangos, JBS, Larissa, Lar, Pif Paf, São Salvador Alimentos, Vibra e Unifrango.

De acordo com informações divulgadas pela ABPA, é o maior número de empresas já registrado em uma ação conjunta dos projetos Brazilian Chicken, Brazilian Pork e Brazilian Egg, de prospecção de novos negócios para os exportadores brasileiros nas áreas de frango, suínos e ovos, respectivamente. Haverá espaço com degustação comandado pelo chef Marcelo Bortolon, no qual serão servidos pratos típicos da culinária brasileira, como o tradicional frango com polenta.

Oriente Médio

A carne de frango é um dos produtos mais vendidos pelo Brasil aos países árabes e o setor é um gerador de divisas para o País. Dados divulgados na última semana pela ABPA mostram que as exportações brasileiras de carne de frango cresceram 4,8% de janeiro a setembro deste ano sobre o mesmo período do ano passado, com embarques de 3,1 milhões de toneladas.

Também houve crescimento na receita em reais com vendas ao mercado externo, que somou R$ 17,3 bilhões. A alta foi de 26,6% sobre o acumulado dos primeiros nove meses do ano passado. Mas em dólares houve recuo na receita obtida, de 9,1%, ficando em US$ 5,4 bilhões. Isso ocorreu em função da valorização da moeda norte-americana frente ao real.